Do último dia 24 até 27 de Novembro, o Rio de Janeiro foi "palco" de grande evento dentro do âmbito científico. A cidade recebeu mais de 700 pesquisadores e representantes de 120 países que fizeram parte do 6º Fórum Mundial de Ciência. O encontro foi realizado pela primeira vez fora de solo europeu. O tema proposto que movimentou as análises foi "Ciência para o desenvolvimento global sustentável". Os debates promovidos deram prosseguimento às discussões da Rio+20.
Em meios aos importantes assuntos que foram levantados, a diplomacia da ciência foi discutida em função da sua crescente importância como instrumento da comunidade internacional para enfrentar os graves desafios da redução da pobreza. Além disso, foram observados outros pontos dentro da diplomacia como a inclusão social, o desenvolvimento sustentável, segurança alimentar, diversificação das fontes de energia, o combate às endemias e outras questões de saúde pública, desarmamento e, até mesmo, a governança. Outra questão analisada foi a gama de estratégias para valorizar e aumentar a participação das mulheres na ciência, tecnologia e inovação.
De uma forma geral, a maior pretensão no acontecimento do fórum foi agregar um maior destaque à ciência do Brasil. Com tais medidas, pesquisadores e divulgadores buscam investimento de mais empresas brasileiras dentro do cenário de surgimento de inovações.
É justamente através desses importantes encontros, que a Academia Brasileira de Ciências e outras instituições batalham para obter aprovação no Congresso, visando a melhoria no meio de tecnologia e inovação no Brasil, com leis que facilitem o processo de compra de equipamentos e recursos utilizados em pesquisas.